Descubra por que este cefalópode do litoral brasileiro é tão perigoso e como se proteger.
A lula produz uma substância tóxica que libera quando ameaçada, paralisa predadores e confunde o ataque.
Essa defesa química evoluiu há milhões de anos. Cefalópodes do litoral a usam desde tempos remotos.
Contato direto com a tinta pode causar irritação na pele e nos olhos. Não toque em lulas capturadas.
A tinta contém proteínas e compostos que afetam o sistema nervoso de predadores marinhos.
A tinta pode ser liberada em pequenas quantidades ou permanecer armazenada. A lula usa quando realmente precisa.
Observe de longe, nunca manipule lulas vivas. Se exposto à tinta, lave bem com água doce.
A tinta venenosa é apenas uma das adaptações incríveis da lula. Conheça mais sobre o ecossistema costeiro.
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